Banco de Dados Evolutivo – Parte 6

Para finalizar a criação do ambiente de teste, vamos à definição das boas práticas para uso do Liquibase (Para mais informações sobre instalação e conceitos para implementação de um banco de dados evolutivo, leia os demais posts da série – seguem links no rodapé do post).


É necessário que você organize os arquivos de changelog de forma a não perde-los, alterá-los ou desorganizá-los. Para isso, criaremos uma estrutura de diretórios para guardarmos os nossos arquivos de alteração.

Crie os diretórios segundo a Figura 1. Após criados os diretórios e os arquivos XML não renomeie e nem apague nenhuma pasta ou arquivo que estiver sendo usando como refatoração. Isso faria com que a ferramenta se perdesse nos apontamentos destruindo todo o projeto de versionamento.

Estrutura de diretórios para uso do Liquibase.
Figura 1: Estrutura de diretórios para uso do Liquibase.

Você irá gerar um arquivo de changelog chamado master.xml – esse estará no diretório changelog – que será responsável por executar dentro de si os arquivos master_xx.xml, onde xx corresponde à versão em que o banco se encontra – esses estarão em um diretório abaixo do changelog com o nome da respectiva versão. Por sua vez, cada arquivo de nome versao_xx.xml conterá dentro de si cada um dos arquivo changelog.xml de alteração.


No próximo post iniciaremos nossos testes práticos na ferramenta de versionamento Liquibase. Veremos um primeiro exemplo do comando Update.

Para ler o conteúdo completo da série:

Banco de Dados Evolutivo – Parte 1
Banco de Dados Evolutivo – Parte 2
Banco de Dados Evolutivo – Parte 3
Banco de Dados Evolutivo – Parte 3
Banco de Dados Evolutivo – Parte 4
Banco de Dados Evolutivo – Parte 5

3 comentários sobre “Banco de Dados Evolutivo – Parte 6

  1. Roberto

    Prezado Arthur,

    Antes de prosseguir gostaria de agradecer sua boa vontade em postar o tutorial e ter me ajudado, informo que consegui finalizar a instalação e o CMD retornou a mensagem: Liquibase Version 3.0.8
    No entanto gostaria de confirmar exatamente a ordem dos diretórios. Seguindo a figura um criei a pasta ChangeLog diretamente na raiz C: dentro de ChangeLog criei as pasta Versao_1.0 e Versao_2.0 é isso mesmo?
    No Segundo passo eu simplesmente não sei como gerar os XMLs para colocar dentro dos diretórios que foram criados conforme a figura 1.
    Peço desculpas pela minha ignorância, mais no entanto não sou desenvolvedor, lido apenas com banco de dados e na verdade venho buscar essa ferramenta para auxiliar no versionamento das bases de dados e deixar de forma mais automática essa questão de saber quais são as alterações que devem ser aplicadas a cada nova versão e em caso de problemas saber como reverter exatamente o que foi feito. Não sei exatamente se a aplicação me atende mais até onde pude pesquisar acredito q sim no entanto não sei nem executa-la para ver o que posso fazer.
    Diante do exposto peço sua opinião, se no meu caso a ferramenta valeria apena.

    Curtido por 1 pessoa

  2. Roberto, sem problemas algum.

    Pergunte o quanto quiser. É um grande prazer poder ajudar!

    Bom, quanto aos diretórios, você fez exatamente como deveria. É isso mesmo.

    C:\changelog\versao_1.0 e C:\changelog\versao_2.0

    Com relação aos arquivos master.xml, master_1.0.xml, master_2.0.xml e seus respectivos changelog_?.xml no proximo post – Parte 7 – ensinarei como criá-los (a parte 7 sairá daqui a pouco. estou concluindo).

    Agora, quanto a tua pergunta relacionada à aplicação, acredito que te atenderá em 100%. Digo isso porque trabalhei como Administrador de Dados na EBSerH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) com 28 bancos de dados distintos e em versões distintas de 28 hospitais diferentes. Estamos com um projeto quase em andamento de implementarmos essa ferramenta lá para o auxílio no deploy de atualizações do sistema AGHU (sistema dos hospitais em constantes modificações).

    Acompanhe os demais posts, faça os testes e tire todas as dúvidas sem receio algum. Estou aqui para ajudar. Quando chegarmos ao final da série de posts acredito que você conseguirá tranquilamente ter o controle de todas as refatorações do(s) banco(s) de dados com o(s) qual(is) trabalha.

    Muito obrigado, novamente, pela disponibilidade e pelas mensagens!

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  3. Pingback: Banco de Dados Evolutivo – Parte 7 | Arthur Luz | Data's Light

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