Banco de Dados Evolutivo – Parte 2

Nesse artigo da série Banco de Dados Evolutivo Veremos mais uma parte dos conceitos usados entre a equipe de desenvolvimento x equipe de banco de dados para que seja possível construir um banco de dados que evolua junto à aplicação. 

Hoje aprenderemos sobre as SandBox e o Database Master.


Instâncias de Banco de Dados – SandBox

O conceito de metodologia ágil reconhece que as pessoas aprendem coisas por tentar executá-las. Na programação podemos ver que os desenvolvedores experimentam formas de fazer determinada característica, podendo assim escolher uma melhor forma de implementá-la. Com a base de dados não deve ser diferente. É preciso conceder a cada um dos desenvolvedores um banco de dados próprio (conhecido como sandbox). Dessa maneira, assim como na programação, o desenvolvedor poderá usar a imaginação em seu próprio ambiente, mexendo na estrutura da base de dados como bem quiser, sem que essas variações afetem de alguma forma alguém.

Segundo alguns utilizadores desse conceito de versionamento, muitos especialistas DBAs veem essa opção como um quase insulto por ser muito difícil de funcionar na prática. Porém, vem-se observando que sim, é possível trabalhar com inúmeras bases. Mas para isso é essencial possuir ferramentas que manipulem as bases tão facilmente quanto se manipulam arquivos.

Banco de Dados Central – Master

Embora os desenvolvedores possam experimentar com frequência em suas próprias sandbox, é importante unir essas diferentes mudanças realizadas em um único lugar novamente. Ou seja, para aplicar o conceito de banco de dados evolutivo é necessário que exista um banco de dados Central ou Master que integre todos essas alterações de estrutura de banco feita por cada um dos programadores.

 A cada dia uma foto do banco de dados Central é feito e o sua imagem é implantada em cada uma das sandbox de cada um dos desenvolvedores. E ao final de cada dia, essas mudanças são reintegradas à base Master. É claro que o DBA deve estar ciente de todas as mudanças feitas pelos desenvolvedores. Por isso fora dito mais acima sobre a importância de uma comunicação continua e sem barreiras.

É importante que as integrações das sandbox com o banco de dados central seja feito constantemente pois foi descoberto que fazer várias pequenas alterações em um ambiente é mais fácil do que executar uma única grande mudança.

No próximo post iremos falar sobre as diferentes refatorações de banco de dados.

4 comentários sobre “Banco de Dados Evolutivo – Parte 2

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